Cuiabá suspende decreto de calamidade

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A suspensão do decreto de calamidade pública pela prefeitura de Cuiabá foi um assunto central nas falas do prefeito Abílio Brunini (PL) e dos vereadores durante a última sessão na Câmara Municipal. O prefeito destacou as dificuldades enfrentadas ao assumir o cargo e os avanços realizados nos primeiros meses de gestão.

Abílio Brunini ressaltou que, ao assumir a prefeitura, encontrou uma situação financeira crítica, com salários de servidores atrasados e uma série de dívidas acumuladas. “Essa prioridade, desde o começo da gestão, foi colocar as contas numa situação melhor do que aquilo que a gente encontrou”, explicou. Ele enfatizou que, em apenas seis meses, conseguiu pagar sete folhas salariais sem parcelamento e manter o funcionamento das unidades de saúde e serviços municipais.

Brunini também anunciou que irá apresentar um relatório no Tribunal de Contas no dia 9 de julho, com dados sobre a economia alcançada pela gestão e os contratos que foram suspensos. “A gente quis mostrar a transparência da nossa gestão”, afirmou, ressaltando a importância de fornecer informações claras à população sobre a aplicação dos recursos públicos.

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Por sua vez, a vereadora Michelly Alencar (UB) manifestou sua preocupação com a fiscalização das ações do município, independentemente da suspensão do decreto. “Se o município está em decreto ou não, eu já tenho feito inúmeras cobranças e fiscalizações”, disse. Ela acredita que a revogação do decreto pode facilitar investimentos e compras necessárias para o avanço dos serviços públicos.

O vereador Daniel Monteiro (Republicanos) destacou os impactos práticos da suspensão do decreto de calamidade na gestão municipal. Ele afirmou que o fim da medida significa que os compromissos financeiros da prefeitura precisarão ser honrados integralmente e que a Lei de Responsabilidade Fiscal voltará a ser aplicada em sua totalidade. “O primeiro ano é um ano de planejamento, e agora é hora de traçar o que será feito nos próximos três anos”, comentou Monteiro.

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