Vereador afirma não ter conhecimento de decisão judicial sobre o caso e mantém assessor em suas funções no Legislativo municipal.
Um caso registrado há alguns anos voltou a repercutir em Jangada após a circulação de comentários envolvendo um inquérito policial que apura suspeitas de estupro de vulnerável contra menor de 14 anos, maus-tratos e suposta prática de ato libidinoso. O investigado é Avacir Araújo, que atualmente exerce a função de assessor parlamentar na Câmara Municipal.
Diante da repercussão, o vereador Sargento Vieira, responsável pelo gabinete onde o assessor atua, afirmou que conhece Avacir há cerca de três anos e declarou não ter acompanhado os detalhes da investigação. Segundo o parlamentar, ele não tem conhecimento de qualquer decisão judicial relacionada ao caso e, por esse motivo, o assessor permanece exercendo normalmente suas atividades.
Já Avacir Araújo negou as acusações atribuídas a ele e afirmou que os fatos já foram objeto de apuração anteriormente. De acordo com sua versão, não houve condenação judicial, razão pela qual considera que as denúncias não refletem sua situação jurídica atual.
O caso voltou a ganhar atenção em razão da função pública atualmente exercida pelo investigado, levantando debates entre moradores sobre a permanência de agentes públicos citados em investigações criminais. Até o momento, não há informação sobre eventual afastamento do assessor ou adoção de medidas administrativas por parte da Câmara Municipal.
Por envolver supostos crimes contra criança e adolescente, o caso exige tratamento responsável, com respeito ao devido processo legal, à presunção de inocência e à proteção da identidade das possíveis vítimas. O espaço permanece aberto para manifestações oficiais das autoridades competentes e para eventuais atualizações sobre o andamento do caso.
























