A defesa das pessoas com deficiência e neurodivergentes tem ganhado cada vez mais espaço no debate público — e um dos nomes que começa a se destacar nesse cenário é o de Priscila Lima. Reconhecida por sua atuação firme na luta por inclusão e acessibilidade, ela foi citada de forma espontânea em recente levantamento realizado pelo Instituto Percent Brasil como possível opção para deputada federal.
O dado chama atenção por ter sido registrado na modalidade espontânea, quando o entrevistado menciona o nome de um pré-candidato por iniciativa própria, sem acesso a qualquer lista prévia. Esse formato é considerado um termômetro importante de lembrança popular e reconhecimento genuíno.
A trajetória de Priscila é marcada pela vivência pessoal com o autismo dentro da própria família. A experiência, que poderia ter ficado restrita ao âmbito privado, transformou-se em missão pública. Desde então, ela tem participado ativamente de debates, mobilizações e articulações voltadas à construção de políticas públicas inclusivas.
Sua atuação vai além do discurso: envolve diálogo com famílias, apoio a projetos sociais e cobrança por efetividade nas ações do poder público. O crescimento do seu nome no cenário político demonstra que a pauta da inclusão não apenas ganhou visibilidade, mas também força eleitoral.
Em um momento em que a sociedade cobra mais representatividade e sensibilidade nas decisões públicas, o surgimento de lideranças com experiência prática na área social pode sinalizar uma nova configuração no debate político estadual.



























